quinta-feira, 24 de maio de 2012

Passado



"O passado não pode ser feliz,
Ora, é triste pois o é
Ora, a tristeza está no fato daquilo ser passado
O que passou sempre é melhor
Menos quando é horrível

É uma conciliação improvável.

O presente nos chama, e, depressa, o tempo passa
Já o passado... o passado passou"



Oi. Voltarei a postar em breve.
 















domingo, 6 de maio de 2012

Criando um cabeçalho...

   O que fazer quando se carrega um irritante perfeccionismo nas costas? Perder tempo é a única resposta que posso cogitar... e é exatamente assim que crio o cabeçalho do blog "Vitrine de Mim".
   Pois bem, queria algo que fosse um perfeito equilíbrio entre publicidade e arte. Explico. Gosto dessa vitrine online por conta da liberdade que tenho em exprimir ideias, no entanto, me desagrada a possibilidade de ser tão subjetivo, escrever tão monologamente, que me esqueça de que o objetivo prático de um blog meu é a sensação de publicidade, de alvo de interpretação de terceiros, ainda que poucos. Enfim, nada de escrever desrespeitando o que contruo, mas também perde-se o sentido deste espaço recorrer a um estilo ou um conteúdo que, para os leitores, tomem formas completamente díspares e confusas; o objetivo daqui não é suficientemente ousado para saturar meus textos de referências excêntricas e, por melhores que sejam, inacessíveis.
     Mesclando então, técnicas para se alcançar você, leitor, e um óbvio respeito a mim próprio e à minha criatividade, dá-se "tudo em divagações" como o cabeçalho do blog "Vitrine de Mim". "Tudo", no que se refere a conteúdos com quais posso tomar contato, expressado no meu estilo pessoal de divagar, com direito a algumas viagens, brisas altas mesmo, contudo, jamais esquecendo-me de que existe um chão.

Me diz, alguém ler o blog daquele cara? ^^

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pessoas como bombas-relógio...

 
    Você está lá, com um grupo; são amigos, tudo de boa. O assunto é morar fora e as faltas que dá e uma frase acontece e o receptor é exclusivo, não são "eles", não somos "nós", é você mesmo: "você sabe que ninguém mais liga pra você, ninguém gosta de você; aquele amigo seu... é, aquele mesmo, ele nem ninguém liga".
    Você está lá, com um grupo; são amigos, tudo de boa. O assunto não importa, tudo é piada, o que importa é o que foi dito, no momento em que foi dito. Você pensa que é assim, torce pra que seja, "vai ser melhor", você reflete. Não é assim, sinto muito.
    Você está lá, com um grupo; são amigos. O assunto pode ir pra qualquer lugar e, principalmente, pra qualquer tempo, pra qualquer memória. A frase foi para você, e aquilo foi foda de ouvir; sim, foi sim.
    Você está lá, com um grupo; são bombas-relógio. O assunto pode ser o estopim; uma frase pode te fazer explodir.